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Alma de cabrocha: uma autobiografia cheia de samba

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 Há mulheres que se destacam por romper padrões estabelecidos, invadir territórios antes masculinos, pioneiras que mudaram o rumo da história em maior ou menor escala. Therezinha Monte, sem dúvida, é uma delas. Primeira mulher a ser presidente de uma escola de samba, uma das mais importantes tradições do Rio de Janeiro, ela se tornou a “dama de ferro” por quase duas décadas, levando a Unidos do Cabuçu para o olimpo das grandes agremiações e participando da política das agremiações carnavalescas. Sua marca até hoje é lembrada por todos aqueles que fazem do carnaval carioca uma das festas mais comentadas mundo afora.
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Descrição

A história de Therezinha Monte, carioca, nascida na Zona Norte carioca, professora e jornalista, se confunde com a do Rio de Janeiro. Nos anos 1980 nem existia a expressão empoderamento feminino, mas ela provou que era possível uma jovem, baixinha, loura, de olhos claros ser presidente de uma escola de samba carioca, a Unidos do Cabuçu. Tomou posse em 1982 e, dois anos depois, a escola foi campeã na inauguração do Sambódromo, com o enredo homenageando a cantora Beth Carvalho, que levou a agremiação para o primeiro grupo do desfile das escolas de samba. Por 17 anos, ela comandou com mão forte milhares de pessoas, sem dividir o seu mandato com ninguém. Sua marca foi a inovação: fez obras notáveis na quadra da escola, inventou enredos criativos homenageando celebridades vivas, que participavam ativamente do desfile e propiciaram a busca de patrocínio, abriu as portas da Cabuçu para artistas famosos, levou para a quadra espetáculos teatrais, bailes funk e shows LGBT, abrigou carnavalescos que se tornaram estrelas depois e, ainda, participou diretamente das decisões capitaneadas pelos banqueiros de bicho cariocas, tradicionalmente os presidentes das agremiações carnavalescas.

Este livro, porém, além de contar a história dos carnavais da Cabuçu e da política do carnaval nas décadas de 1980 e 1990, é também um delicioso relato de “causos” das escolas de samba, desde o componente que perdeu a dentadura na avenida a baianas chorosas por não conseguirem colocar óculos gatinho cor-de-rosa que, na verdade, eram para a ala infantil. Therezinha colecionou com uma memória invejável estas deliciosas histórias por anos, até ser quase obrigada pelos amigos a contá-las. E são muitas! Para divertir, pesquisar e pensar sobre a importância da mulher em um posto de comando tão inusitado, que até hoje poucas, menos de meia dúzia, também alcançaram.

 

Informação adicional

Peso 230 g
Dimensões 21 x 14 cm
Especificações

244 páginas, 14 x 21cm, Brochura

Tipo

Impresso, ePub

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